Passaremos a partir desta data a publicar anónimamente os projectos que nos chegarem para o 46º Cruzeiro da Ria .
O concurso anunciado neste Blogue termina no fim deste mês de Março !
Em certos casos há pequenas explicações sobre os temas apresentados assim como pedidos de "logos" para serem enquadrados em determinados espaços previstos para o efeito.
Como também ainda não os temos, não nos foi possivel satisfazer os pedidos, de qualquer forma o resultado final é prefeitamente possivel imagina-lo mesmo sem os ditos "logos".
Gostavamos que comentassem os trabalhos apresentados !!!
segunda-feira, março 24, 2008
sábado, março 22, 2008
VENTOS E OS SEUS NOMES
Alísios ou Alíseos
- ventos regulares que durante o ano sopram regularmente de NE no hemisfério Norte e do SE no do Sul. A partir dos 30º vão diminuindo de intensidade em direcção ao Equador até se extinguirem formando aí a zona de calmarias equatoriais.
Aracati
- nome que dão no Ceará a um vento forte que no verão sopra de nordeste.
Aura
- brisa ligeira ou vento muito brando.
Austro
- o vento do Sul.
Bora
- vento seco e frio do NE que sopra na parte Norte do Adriático, sobretudo durante o Inverno.
Bóreas
- o vento do Norte. (irmão de Notos e Zéfiro na mit. grega)
Brisa
- nome que os pescadores do bacalhau davam ao vento fresco. Na costa sul da Madeira são os ventos do quadrante E ou de E a NE.
Camacheiro
- vento que sopra em rajadas fortes de N ou NE na Madeira.
Carpinteiro da Costa
- temível vento sueste que sopra na costa nordeste do Brasil
Chamsin
- aportuguesamento de khamsin com que os árabes designam os ventos, carregados de areia finíssima, que sopram dos desertos nas próximidades do Mar Vermelho.
Ciclone
- grandes massas de ar animadas de grande velocidade de rotação formadas nas zonas tropicais. No centro do ciclone existe uma zona de calmas. O sentido de rotação no hemisfério Norte é directo sendo retrógrado no hemisfério Sul. A sua trajectória é parabólica e na direcção de latitudes mais elevadas, pelo que nunca salta de hemisfério.
Furacão
- vento repentino e impetuoso de origem ciclónica.
Garbino
- vento que sopra de Sudoeste.
Garroa
- nome dado ao vento fresco de Sudoeste na região de Setúbal. Os pescadores da região de Moçâmedes aplicam também o mesmo nome ao vento rijo também de Sudoeste.
Gravana
- Vento fresco que sopra do sul ao sudoeste no Golfo da Guiné.
Greco ou Gregal
- vento que sopra da Grécia ou do Nordeste.
Harmatão
- vento muito quente e seco, o qual, de Dezembro a Fevereiro sopra do NE da costa ocidental da África.
Lariço
- vento bonançoso que sopra na baía de Cascais.
Lestada
- vento que sopra forte de Leste.
Levante
- vento quente e seco que sopra de Leste no Mediterrâneo e se faz sentir no Algarve principalmente durante o Verão.
Maestro
- vento do quadrante de Noroeste.
Mareiro
- vento que sopra do mar para terra.
Mata-vacas
- nome que nos Açores dão ao vento Nordeste.
Minuano
- vento oeste frio do Sul do Brasil, que costuma soprar com violência depois da chuva, no inverno. Vem dos Andes e passa pela antiga zona dos índios Minuanos, de quem tomou o nome.
Mistral - vento seco e frio dos quadrantes do Norte que sopra no Sul de França. Faz-se sentir entre esta região, as Baleares e a Córsega.
Monção
- vento periódico soprando por largo período de tempo nas regiões do Oceano Índico. A Monção de Verão sopra de SW de Abril a Outubro acompanhada de grandes chuvadas, sendo também conhecida por estação das chuvas. A mudança da direcção do vento, que passa a NE de Outubro a Abril, anuncia a Monção de Inverno.
Naulu
- vento que sopra contrário ao vento Ukiukiu na ilha de Maui no Havai
Nortada
- vento forte do Norte ou de direccções próximas, que sopra na costa portuguesa especialmente durante o Verão.
Notos - vento Sul. (irmão de Bóreas e Zéfiro na mit. grega).
Pampeiro
- vento sudoeste violento que sopra na costa Brasileira e Argentina, acompanhado de chuvas, cuja duração pode ir de 6 a 26 horas.
Ponente ou Poente
- vento de oeste.
Ponteiro
- vento que sopra de proa.
Puelche
- Ventos que atravessam a Patagónia argentina vindos do Atlântico que ao chegarem ao litoral chileno chocam com os ventos do Pacífico viram para Norte com rajadas geladas.
Rabanada
- Rajada ou Pé de Vento.
Rafa
- Rajada de Vento.
Rajada
- vento que de quando em quando sopra com maior intensidade.
Refrega, Refega ou Rafega
- vento forte de fraca duração, menos forte que a rajada.
Repiquete
- salto de vento para outro rumo.
Salvante
- vento favorável.
Samatra
- temporal violento e normalmente de fraca duração que se levanta no estreito de Malaca vindo de Samatra.
Setentrião
- vento que sopra do Norte.
Simum
- vento ciclónico do Sahara que se faz sentir na parte oriental do Mediterrâneo, vindo de Sul a Sudoeste.
Siroco
- vento quente, asfixiante e empoeirado de SE que sopra na região do Mediterrâneo, especialmente na Itália, Sicília, Malta e Grécia. Vindo do Norte de África, com origem no deserto do Sara, aparece durante a Primavera e Verão.
Suão ou Soão
- vento quente e calmoso soprando entre leste e sueste.
Suestada
- vento forte de Sudeste. Nome que dão a um temporal, geralmente pouco duradouro, na Terra-Nova.
Terral
- vento que sopra de terra para o mar durante a noite até pouco depois do nascer do Sol.
Tornado
- Tempestade ciclónica não excedendo em geral uma hora. Forma-se com mais frequência de meados de Maio a meados de Novembro na costa ocidental de África, entre o Trópico de Câncer e o Equador.
Tramontana
- vento que sopra de Norte.
Travessão
- vento que sopra de través.
Tufão
- tempestade ciclónica no Mar da China, com grandes mares levantados por ventos de enorme violência. Formados geralmente na região das Carolinas e Marianas.
Ukiukiu
- vento alíseo de Nordeste que sopra no Havai na ilha de Maui
Vara
- Temporal de duração curta.
Vara do Coromandel
- Vento fresco do quadrante leste que sopra no equinócio do Outouno na costa do Coromandel na Índia.
Vendaval
- vento do Sul. Também um vento forte com pesados aguaceiros e mar alteroso.
"Vento Porão"
- também conhecido por "Vento Auxiliar". A direcção e intensidade deste "vento" depende da direcção imprimida pelo leme à embarcação e da potência do motor instalado no porão...
Viração
- Vento fraco que sopra do mar para terra depois do meio-dia até ao pôr-do-sol até cerca de 20 milhas da costa.
Xarouco
- vento terral.
Zéfiro ou Zephyrus
- vento suave e fresco de Oeste. (irmão de Bóreas e Notos na mit. grega)
- ventos regulares que durante o ano sopram regularmente de NE no hemisfério Norte e do SE no do Sul. A partir dos 30º vão diminuindo de intensidade em direcção ao Equador até se extinguirem formando aí a zona de calmarias equatoriais.
Aracati
- nome que dão no Ceará a um vento forte que no verão sopra de nordeste.
Aura
- brisa ligeira ou vento muito brando.
Austro
- o vento do Sul.
Bora
- vento seco e frio do NE que sopra na parte Norte do Adriático, sobretudo durante o Inverno.
Bóreas
- o vento do Norte. (irmão de Notos e Zéfiro na mit. grega)
Brisa
- nome que os pescadores do bacalhau davam ao vento fresco. Na costa sul da Madeira são os ventos do quadrante E ou de E a NE.
Camacheiro
- vento que sopra em rajadas fortes de N ou NE na Madeira.
Carpinteiro da Costa
- temível vento sueste que sopra na costa nordeste do Brasil
Chamsin
- aportuguesamento de khamsin com que os árabes designam os ventos, carregados de areia finíssima, que sopram dos desertos nas próximidades do Mar Vermelho.
Ciclone
- grandes massas de ar animadas de grande velocidade de rotação formadas nas zonas tropicais. No centro do ciclone existe uma zona de calmas. O sentido de rotação no hemisfério Norte é directo sendo retrógrado no hemisfério Sul. A sua trajectória é parabólica e na direcção de latitudes mais elevadas, pelo que nunca salta de hemisfério.
Furacão
- vento repentino e impetuoso de origem ciclónica.
Garbino
- vento que sopra de Sudoeste.
Garroa
- nome dado ao vento fresco de Sudoeste na região de Setúbal. Os pescadores da região de Moçâmedes aplicam também o mesmo nome ao vento rijo também de Sudoeste.
Gravana
- Vento fresco que sopra do sul ao sudoeste no Golfo da Guiné.
Greco ou Gregal
- vento que sopra da Grécia ou do Nordeste.
Harmatão
- vento muito quente e seco, o qual, de Dezembro a Fevereiro sopra do NE da costa ocidental da África.
Lariço
- vento bonançoso que sopra na baía de Cascais.
Lestada
- vento que sopra forte de Leste.
Levante
- vento quente e seco que sopra de Leste no Mediterrâneo e se faz sentir no Algarve principalmente durante o Verão.
Maestro
- vento do quadrante de Noroeste.
Mareiro
- vento que sopra do mar para terra.
Mata-vacas
- nome que nos Açores dão ao vento Nordeste.
Minuano
- vento oeste frio do Sul do Brasil, que costuma soprar com violência depois da chuva, no inverno. Vem dos Andes e passa pela antiga zona dos índios Minuanos, de quem tomou o nome.
Mistral - vento seco e frio dos quadrantes do Norte que sopra no Sul de França. Faz-se sentir entre esta região, as Baleares e a Córsega.
Monção
- vento periódico soprando por largo período de tempo nas regiões do Oceano Índico. A Monção de Verão sopra de SW de Abril a Outubro acompanhada de grandes chuvadas, sendo também conhecida por estação das chuvas. A mudança da direcção do vento, que passa a NE de Outubro a Abril, anuncia a Monção de Inverno.
Naulu
- vento que sopra contrário ao vento Ukiukiu na ilha de Maui no Havai
Nortada
- vento forte do Norte ou de direccções próximas, que sopra na costa portuguesa especialmente durante o Verão.
Notos - vento Sul. (irmão de Bóreas e Zéfiro na mit. grega).
Pampeiro
- vento sudoeste violento que sopra na costa Brasileira e Argentina, acompanhado de chuvas, cuja duração pode ir de 6 a 26 horas.
Ponente ou Poente
- vento de oeste.
Ponteiro
- vento que sopra de proa.
Puelche
- Ventos que atravessam a Patagónia argentina vindos do Atlântico que ao chegarem ao litoral chileno chocam com os ventos do Pacífico viram para Norte com rajadas geladas.
Rabanada
- Rajada ou Pé de Vento.
Rafa
- Rajada de Vento.
Rajada
- vento que de quando em quando sopra com maior intensidade.
Refrega, Refega ou Rafega
- vento forte de fraca duração, menos forte que a rajada.
Repiquete
- salto de vento para outro rumo.
Salvante
- vento favorável.
Samatra
- temporal violento e normalmente de fraca duração que se levanta no estreito de Malaca vindo de Samatra.
Setentrião
- vento que sopra do Norte.
Simum
- vento ciclónico do Sahara que se faz sentir na parte oriental do Mediterrâneo, vindo de Sul a Sudoeste.
Siroco
- vento quente, asfixiante e empoeirado de SE que sopra na região do Mediterrâneo, especialmente na Itália, Sicília, Malta e Grécia. Vindo do Norte de África, com origem no deserto do Sara, aparece durante a Primavera e Verão.
Suão ou Soão
- vento quente e calmoso soprando entre leste e sueste.
Suestada
- vento forte de Sudeste. Nome que dão a um temporal, geralmente pouco duradouro, na Terra-Nova.
Terral
- vento que sopra de terra para o mar durante a noite até pouco depois do nascer do Sol.
Tornado
- Tempestade ciclónica não excedendo em geral uma hora. Forma-se com mais frequência de meados de Maio a meados de Novembro na costa ocidental de África, entre o Trópico de Câncer e o Equador.
Tramontana
- vento que sopra de Norte.
Travessão
- vento que sopra de través.
Tufão
- tempestade ciclónica no Mar da China, com grandes mares levantados por ventos de enorme violência. Formados geralmente na região das Carolinas e Marianas.
Ukiukiu
- vento alíseo de Nordeste que sopra no Havai na ilha de Maui
Vara
- Temporal de duração curta.
Vara do Coromandel
- Vento fresco do quadrante leste que sopra no equinócio do Outouno na costa do Coromandel na Índia.
Vendaval
- vento do Sul. Também um vento forte com pesados aguaceiros e mar alteroso.
"Vento Porão"
- também conhecido por "Vento Auxiliar". A direcção e intensidade deste "vento" depende da direcção imprimida pelo leme à embarcação e da potência do motor instalado no porão...
Viração
- Vento fraco que sopra do mar para terra depois do meio-dia até ao pôr-do-sol até cerca de 20 milhas da costa.
Xarouco
- vento terral.
Zéfiro ou Zephyrus
- vento suave e fresco de Oeste. (irmão de Bóreas e Notos na mit. grega)
segunda-feira, março 17, 2008
domingo, março 16, 2008
REGATAS DE ABERTURA NA NADO FORAM UM ÊXITO
sábado, março 08, 2008
ASSOREAMENTO DA RIA
"in OAVEIRO.PT"
Assoreamento da ria força clubes náuticos a pagar dragagens
Texto dePedro José Barros
Cerca de 24 mil euros. Foi quanto a Associação Náutica da Gafanha da Encarnação (ANGE) teve de desembolsar, em 2006, para continuar a navegar de uma forma digna no chamado Canal da Bruxa, que liga a Costa Nova à Gafanha da Encarnação, em Ílhavo. Sem uma entidade empenhada na retirada pendular de inertes na zona exterior ao porto comercial, combatendo o assoreamento que avança na Ria de Aveiro, as associações náuticas vêem-se ano após ano entregues à sua mercê, reféns de um processo burocrático "caótico" que coloca entraves até a quem se disponibiliza, por si, a fazer o que mais ninguém faz.
No ano passado, a ANGE viu-se na contingência de pagar a três dias de operações no Canal da Bruxa devido aos problemas causados pelo assoreamento, intervenção que se seguiu a outras duas, em 1996 e no ano 2000, todas "pagas pela Associação". "É um canal que assoreia bastante porque nunca é limpo como deve ser. No ano passado, enviámos o nosso projecto para as entidades e estivemos nove meses à espera que nos dessem o sim para que fizéssemos nós mesmos a intervenção de limpeza dos lodos. Além disso, ainda nos enviaram um ofício para pagar o parecer, fomos pagar para nos dizerem se o parecer era favorável ou não. É realmente o país que temos", desabafa António Alberto, presidente da ANGE.
Ria de ninguém
A resposta acabou por ser positiva e a dragagem efectuada, mas foi "muito cara" e só possível à custa de uma grande "poupança" e da ausência de regalias para os membros da associação.
Para António Alberto, o assoreamento é uma realidade "bem viva no coração da ria". "Basta passarmos umas horas na ria e esperarmos que a maré baixe para ver o estado caótico em que se encontra. Temos alertado várias vezes e o que posso dizer é que actualmente a ria é de todos e não é de ninguém", acrescenta, apontando o dedo ao facto de a ANGE não saber a quem se dirigir para intervir e ter de fazer as dragagens visto que "não há ninguém que as faça". "Se a ria continua neste estado, mais meia dúzia de anos e só conseguimos navegar com as marés cheias".
Equipamento comprado na Torreira
O problema estende-se a toda a ria, de São Jacinto ao Canal das Pirâmides, da Costa Nova à Gafanha da Encarnação, do Canal de Mira às marinhas e à Torreira (Murtosa). Neste último caso, o assoreamento no porto de recreio está a causar bastantes problemas à Associação Náutica da Torreira, ao ponto de haver, a partir de meia maré, uma "impossibilidade total" de os barcos transitarem livremente, denuncia José Simões, vice-presidente da colectividade.
A Associação Náutica da Torreira ainda não fez dragagens mas já comprou o equipamento para o fazer. Custou à volta de "40 mil euros", incluindo o transporte, e deverá chegar "8 ou 10 de Outubro" a Leixões, directamente dos Estados Unidos da América.
O processo está a ser conduzido numa parceria entre Associação e da Câmara Municipal da Murtosa, para depois ser apresentado à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C). O sentimento é de que ainda há um "grande caminho a percorrer" até à obter a autorização, mas José Simões confia na sua rapidez.
"É dramático para as associações porque podiam canalizar estes recursos para outros investimentos. Mas se mais ninguém faz, temos de ser nós a fazê-lo porque se coloca em causa a sobrevivência do próprio equipamento", comenta.
100 mil euros é incomportável
Menos sorte ainda tem tido o Clube de Vela da Costa Nova (CVCN). Quando se ergueram as suas instalações, o Clube financiou parte da dragagem, contando com a ajuda da Administração do Porto de Aveiro (APA), que na altura ainda se ocupava da gestão da zona externa ao porto de Aveiro.
Depois disso, a situação mudou. O CVCN iniciou um processo burocrático para efectuar por si novas dragagens mas a esperança inicial transformou-se num verdadeiro "calvário" administrativo entre várias entidades.
Agravando ao pesadelo das autorizações, o CVCN deparou-se com sinal de ‘stop’ tão ou mais desmobilizador, o dinheiro. Só para conseguir manter os barcos a flutuar nas zonas mais críticas, colocando à quota de segurança de meio metro de profundidade na baixa-mar, seriam precisos 100 mil euros.
Resultado? O CVCN teve de desistir da ideia, já que não conseguiria, ao mesmo tempo, assegurar a escola de vela e as despesas correntes do Clube, posicionando-se numa situação desconfortável, uma vez que também precisa de quotas de navegação. A esperança reside agora no "novo modelo de gestão da ria que estará para sair", aponta o presidente do CVCN, David Calão.
Situação "catastrófica"
O canal principal que serve, por outro lado, a Associação de Vela e Cruzeiro de Aveiro (AVELA), não tem causado muitos problemas. Já o mesmo não se pode dizer do Canal das Pirâmides, que se encontra assoreado.
A AVELA ainda não foi forçada a desembolsar para garantir a navegabilidade. O presidente da Associação, Paulo Reis, considera que a ria vive actualmente uma situação "catastrófica", com pontos negros assoreados em praticamente todo o mapa.
Quanto maior for o tempo de espera por uma intervenção, mais difícil será recuperar a laguna. É preciso "tentar perceber por que é que há mais areias nalguns sítios" e como se comportam as correntes para construir uma prevenção alicerçada, não desconexa. Os braços cruzados conduzirão, inevitavelmente, a uma ria "completamente assoreada e pantanosa".
Justificam-se desassoreamentos constantes
Geologicamente falando, o assoreamento da Ria de Aveiro acaba por ser uma realidade normal, seguindo a laguna o exemplo de outros sistemas costeiros. Há até a necessidade de manter parte dos sedimentos devido ao ecossistema que deles sobrevive.
Os desequilíbrios provocados pelas dragagens – quando bem feitas - acabam por ser colmatados, a prazo, pela capacidade de adaptação dos próprios ecossistemas, conclui Cristina Bernardes, do Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro (UA).
Como explica a responsável, os sedimentos que chegam à laguna e se acumulam "provêm das linhas de água (em pequena percentagem), da erosão ao longo das margens e, obviamente, do mar". Isto de uma forma constante, justificando-se desassoreamentos regulares para preservar as quotas de segurança.
"Sabemos que há muitos canais de menores dimensões e esteiros completamente assoreados, em que nem sequer se tem mexido nos últimos tempos. Isto é um sistema muito dinâmico mas a permanência das partículas dentro do sistema, o seu tempo de residência no interior, é extremamente elevado. Um grãozinho que seja, largado na Vagueira, não quer dizer que após um ciclo de maré já esteja no mar. Pode demorar semanas ou até meses até sair para fora", ilustra Cristina Bernardes.
APA deposita inertes no mar
E o que fazer aos sedimentos dragados? A responsável da UA salienta que a legislação aponta para que sejam re-utilizados na re-alimentação de praias deficitárias em areia ou então re-colocados nas correntes de deriva litoral que fariam o seu trabalho de as redistribuir ao longo da costa".
Os inertes provenientes das dragagens de manutenção que a APA faz constantemente nos seus canais comerciais, colocando-os com as quotas ao Zero Hidrográfico definido, não têm normalmente valor comercial. São, assim, "rejeitados e depositados no mar", explica o presidente do conselho de Administração da APA, José Luís Cacho. Para o presidente, esses inertes não têm qualidade para se depositarem em praias deficitárias: "Antigamente até se punha ao pé da praia e as praias ficavam todas sujas", diz.
Marinhas prestes a invadir a estrada
Os passeios de lazer que o levam a usufruir da zona lagunar já fazem parte da rotina. Com 60 anos, o médico José Domingos, aveirense cuja paixão pela ria se enraiza nos antepassados, vê no assoreamento um problema "complexo", moldado por várias arestas e que requer um estudo das causas para que qualquer intervenção se ajuste.
Antigamente, a ria aparecia-lhe como um território ordenado e operacional, com ilhas delimitadas. Hoje, o médico observa uma laguna votada ao "abandono", para o que muito contribuiu o decair da actividade salineira.
A seu ver, as marinhas são hoje em dia um espaço assoreado. Descuidou-se o conserto das montas limitantes que quebravam, a que se juntou a "erosão" provocada pelas correntes resultantes das obras na Barra. O efeito bola de neve fez o resto.
Tal como nas restantes zonas parcas em correntes, os sedimentos suspensos depositaram-se no fundo, elevando os níveis das marinhas. "Quando são marés muito altas, aquilo quase que invade a estrada. A médio prazo a água virá para cima das estrada", alerta José Domingos, para quem a "tutela por entidades que nada percebem e nada têm feito pela ria" tornou-a "irrecuperável".
Pescadores ficam em terra
Se é ou não recuperável, é uma constatação que escapa ao entendimento de quem se preocupa sobretudo com o ganha pão. No Cais dos Pescadores da Costa Nova, alheios às decisões de gabinete, os pescadores falam de vidas inteiras dedicadas à pesca artesanal que, com o passar dos anos, se angustiam. Desenham outra ria, já ida, com mais peixe e bem menos salpicada de constrangimentos. Uma ria em que maré baixa não era automaticamente sinónino de um dia de trabalho perdido, derrotado pelo lodo.
"Isto é mau para os pescadores. Haviam de limpar mais a ria, torná-la mais funda. Já foi falado duas três vezes e a câmara não quer saber, não quer fundear isto e os barcos ficam sempre em seco", atira Emílio Oliveira.
Claro que, como em todos ‘senãos’, há também uma ‘bela’, há quem nem torça tanto o nariz: "Em certos cabeços, onde se cria o berbigão e a amêijoa, convém ficar [areia] porque isso é o nosso ganha-pão mas os canais deviam ser fundeados", também se ouve.
Mas o sentimento geral é de desalento, da "pouca vergonha" que se dispara em tom acusatório e da certeza de pescadores como Diamantino Martins: "A ria está toda seca, tudo! Aqui já se passa a pé de um lado para o outro, é só lodo e não vejo ninguém a querer saber disto".
ed. 835, 06 de Março de 2008
Assoreamento da ria força clubes náuticos a pagar dragagens
Texto dePedro José Barros
Cerca de 24 mil euros. Foi quanto a Associação Náutica da Gafanha da Encarnação (ANGE) teve de desembolsar, em 2006, para continuar a navegar de uma forma digna no chamado Canal da Bruxa, que liga a Costa Nova à Gafanha da Encarnação, em Ílhavo. Sem uma entidade empenhada na retirada pendular de inertes na zona exterior ao porto comercial, combatendo o assoreamento que avança na Ria de Aveiro, as associações náuticas vêem-se ano após ano entregues à sua mercê, reféns de um processo burocrático "caótico" que coloca entraves até a quem se disponibiliza, por si, a fazer o que mais ninguém faz.
No ano passado, a ANGE viu-se na contingência de pagar a três dias de operações no Canal da Bruxa devido aos problemas causados pelo assoreamento, intervenção que se seguiu a outras duas, em 1996 e no ano 2000, todas "pagas pela Associação". "É um canal que assoreia bastante porque nunca é limpo como deve ser. No ano passado, enviámos o nosso projecto para as entidades e estivemos nove meses à espera que nos dessem o sim para que fizéssemos nós mesmos a intervenção de limpeza dos lodos. Além disso, ainda nos enviaram um ofício para pagar o parecer, fomos pagar para nos dizerem se o parecer era favorável ou não. É realmente o país que temos", desabafa António Alberto, presidente da ANGE.
Ria de ninguém
A resposta acabou por ser positiva e a dragagem efectuada, mas foi "muito cara" e só possível à custa de uma grande "poupança" e da ausência de regalias para os membros da associação.
Para António Alberto, o assoreamento é uma realidade "bem viva no coração da ria". "Basta passarmos umas horas na ria e esperarmos que a maré baixe para ver o estado caótico em que se encontra. Temos alertado várias vezes e o que posso dizer é que actualmente a ria é de todos e não é de ninguém", acrescenta, apontando o dedo ao facto de a ANGE não saber a quem se dirigir para intervir e ter de fazer as dragagens visto que "não há ninguém que as faça". "Se a ria continua neste estado, mais meia dúzia de anos e só conseguimos navegar com as marés cheias".
Equipamento comprado na Torreira
O problema estende-se a toda a ria, de São Jacinto ao Canal das Pirâmides, da Costa Nova à Gafanha da Encarnação, do Canal de Mira às marinhas e à Torreira (Murtosa). Neste último caso, o assoreamento no porto de recreio está a causar bastantes problemas à Associação Náutica da Torreira, ao ponto de haver, a partir de meia maré, uma "impossibilidade total" de os barcos transitarem livremente, denuncia José Simões, vice-presidente da colectividade.
A Associação Náutica da Torreira ainda não fez dragagens mas já comprou o equipamento para o fazer. Custou à volta de "40 mil euros", incluindo o transporte, e deverá chegar "8 ou 10 de Outubro" a Leixões, directamente dos Estados Unidos da América.
O processo está a ser conduzido numa parceria entre Associação e da Câmara Municipal da Murtosa, para depois ser apresentado à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C). O sentimento é de que ainda há um "grande caminho a percorrer" até à obter a autorização, mas José Simões confia na sua rapidez.
"É dramático para as associações porque podiam canalizar estes recursos para outros investimentos. Mas se mais ninguém faz, temos de ser nós a fazê-lo porque se coloca em causa a sobrevivência do próprio equipamento", comenta.
100 mil euros é incomportável
Menos sorte ainda tem tido o Clube de Vela da Costa Nova (CVCN). Quando se ergueram as suas instalações, o Clube financiou parte da dragagem, contando com a ajuda da Administração do Porto de Aveiro (APA), que na altura ainda se ocupava da gestão da zona externa ao porto de Aveiro.
Depois disso, a situação mudou. O CVCN iniciou um processo burocrático para efectuar por si novas dragagens mas a esperança inicial transformou-se num verdadeiro "calvário" administrativo entre várias entidades.
Agravando ao pesadelo das autorizações, o CVCN deparou-se com sinal de ‘stop’ tão ou mais desmobilizador, o dinheiro. Só para conseguir manter os barcos a flutuar nas zonas mais críticas, colocando à quota de segurança de meio metro de profundidade na baixa-mar, seriam precisos 100 mil euros.
Resultado? O CVCN teve de desistir da ideia, já que não conseguiria, ao mesmo tempo, assegurar a escola de vela e as despesas correntes do Clube, posicionando-se numa situação desconfortável, uma vez que também precisa de quotas de navegação. A esperança reside agora no "novo modelo de gestão da ria que estará para sair", aponta o presidente do CVCN, David Calão.
Situação "catastrófica"
O canal principal que serve, por outro lado, a Associação de Vela e Cruzeiro de Aveiro (AVELA), não tem causado muitos problemas. Já o mesmo não se pode dizer do Canal das Pirâmides, que se encontra assoreado.
A AVELA ainda não foi forçada a desembolsar para garantir a navegabilidade. O presidente da Associação, Paulo Reis, considera que a ria vive actualmente uma situação "catastrófica", com pontos negros assoreados em praticamente todo o mapa.
Quanto maior for o tempo de espera por uma intervenção, mais difícil será recuperar a laguna. É preciso "tentar perceber por que é que há mais areias nalguns sítios" e como se comportam as correntes para construir uma prevenção alicerçada, não desconexa. Os braços cruzados conduzirão, inevitavelmente, a uma ria "completamente assoreada e pantanosa".
Justificam-se desassoreamentos constantes
Geologicamente falando, o assoreamento da Ria de Aveiro acaba por ser uma realidade normal, seguindo a laguna o exemplo de outros sistemas costeiros. Há até a necessidade de manter parte dos sedimentos devido ao ecossistema que deles sobrevive.
Os desequilíbrios provocados pelas dragagens – quando bem feitas - acabam por ser colmatados, a prazo, pela capacidade de adaptação dos próprios ecossistemas, conclui Cristina Bernardes, do Departamento de Geociências da Universidade de Aveiro (UA).
Como explica a responsável, os sedimentos que chegam à laguna e se acumulam "provêm das linhas de água (em pequena percentagem), da erosão ao longo das margens e, obviamente, do mar". Isto de uma forma constante, justificando-se desassoreamentos regulares para preservar as quotas de segurança.
"Sabemos que há muitos canais de menores dimensões e esteiros completamente assoreados, em que nem sequer se tem mexido nos últimos tempos. Isto é um sistema muito dinâmico mas a permanência das partículas dentro do sistema, o seu tempo de residência no interior, é extremamente elevado. Um grãozinho que seja, largado na Vagueira, não quer dizer que após um ciclo de maré já esteja no mar. Pode demorar semanas ou até meses até sair para fora", ilustra Cristina Bernardes.
APA deposita inertes no mar
E o que fazer aos sedimentos dragados? A responsável da UA salienta que a legislação aponta para que sejam re-utilizados na re-alimentação de praias deficitárias em areia ou então re-colocados nas correntes de deriva litoral que fariam o seu trabalho de as redistribuir ao longo da costa".
Os inertes provenientes das dragagens de manutenção que a APA faz constantemente nos seus canais comerciais, colocando-os com as quotas ao Zero Hidrográfico definido, não têm normalmente valor comercial. São, assim, "rejeitados e depositados no mar", explica o presidente do conselho de Administração da APA, José Luís Cacho. Para o presidente, esses inertes não têm qualidade para se depositarem em praias deficitárias: "Antigamente até se punha ao pé da praia e as praias ficavam todas sujas", diz.
Marinhas prestes a invadir a estrada
Os passeios de lazer que o levam a usufruir da zona lagunar já fazem parte da rotina. Com 60 anos, o médico José Domingos, aveirense cuja paixão pela ria se enraiza nos antepassados, vê no assoreamento um problema "complexo", moldado por várias arestas e que requer um estudo das causas para que qualquer intervenção se ajuste.
Antigamente, a ria aparecia-lhe como um território ordenado e operacional, com ilhas delimitadas. Hoje, o médico observa uma laguna votada ao "abandono", para o que muito contribuiu o decair da actividade salineira.
A seu ver, as marinhas são hoje em dia um espaço assoreado. Descuidou-se o conserto das montas limitantes que quebravam, a que se juntou a "erosão" provocada pelas correntes resultantes das obras na Barra. O efeito bola de neve fez o resto.
Tal como nas restantes zonas parcas em correntes, os sedimentos suspensos depositaram-se no fundo, elevando os níveis das marinhas. "Quando são marés muito altas, aquilo quase que invade a estrada. A médio prazo a água virá para cima das estrada", alerta José Domingos, para quem a "tutela por entidades que nada percebem e nada têm feito pela ria" tornou-a "irrecuperável".
Pescadores ficam em terra
Se é ou não recuperável, é uma constatação que escapa ao entendimento de quem se preocupa sobretudo com o ganha pão. No Cais dos Pescadores da Costa Nova, alheios às decisões de gabinete, os pescadores falam de vidas inteiras dedicadas à pesca artesanal que, com o passar dos anos, se angustiam. Desenham outra ria, já ida, com mais peixe e bem menos salpicada de constrangimentos. Uma ria em que maré baixa não era automaticamente sinónino de um dia de trabalho perdido, derrotado pelo lodo.
"Isto é mau para os pescadores. Haviam de limpar mais a ria, torná-la mais funda. Já foi falado duas três vezes e a câmara não quer saber, não quer fundear isto e os barcos ficam sempre em seco", atira Emílio Oliveira.
Claro que, como em todos ‘senãos’, há também uma ‘bela’, há quem nem torça tanto o nariz: "Em certos cabeços, onde se cria o berbigão e a amêijoa, convém ficar [areia] porque isso é o nosso ganha-pão mas os canais deviam ser fundeados", também se ouve.
Mas o sentimento geral é de desalento, da "pouca vergonha" que se dispara em tom acusatório e da certeza de pescadores como Diamantino Martins: "A ria está toda seca, tudo! Aqui já se passa a pé de um lado para o outro, é só lodo e não vejo ninguém a querer saber disto".
ed. 835, 06 de Março de 2008
sexta-feira, março 07, 2008
REGATAS DE ABERTURA -NADO- 15 E 16 MARÇO 2008
“ REGATAS ABERTURA “
15 e 16 de MARÇO / 2008..
ANÚNCIO DE REGATA
ORGANIZAÇÃO
A NÁUTICA DESPORTIVA OVARENSE – NADO, anuncia a realização da Prova REGATAS “ABERTURA” do Calendário Regional Norte aberta a embarcações de todas as CLASSES de patilhão móvel incluindo CRUZEIROS, que será disputada nos dias 15 e 16 de Março de 2008 no Campo de Regatas de Ovar.
1. REGRAS
1.1. A Prova será disputada de acordo com:
· As “regras” tal como se encontram definidas nas RRV 2005-2008;
· Em caso de conflito entre o Anúncio de Regata (AR) e as IR, o texto destas prevalecerá;
· Este Anúncio de Regata (AR)
· As Instruções de Regata (IR).
1.2. Publicidade
· Para efeitos de Publicidade, a Prova é classificada de Categoria C de acordo com o Código de Publicidade da ISAF (Apêndice 1); ao abrigo do Regulamento 20.3.1.(d) poderá ser exigida a todos os barcos a colocação de autocolantes fornecidos pela Organização
2. INSCRIÇÕES
Serão (Grátis) para todos os participantes.
A NADO não cobrará taxa de inscrição
Os concorrentes deverão formalizar a sua inscrição preenchendo e enviando o Boletim de Inscrição anexo para o Secretariado da Prova sito em:
Náutica Desportiva Ovarense - NADO
Porto de Recreio do Carregal
3880 – 163 OVAR
e-mail: nado@sapo.pt
fax: 256 592 548
até às 11:00 horas do dia 15 de MARÇO de 2008.
3. PROGRAMA DAS REGATAS
O programa das regatas será o seguinte:
· 15 de Março 11:30 Horas: Advertência para a 1ª regata do dia
· 16 de Março 12:00 Horas: Advertência para a 1ª regata do dia
Está prevista a realização de 4 regatas para a Vela Ligeira e de 2 para os Cruzeiros.
4. INSTRUÇÕES DE REGATA
As Instruções de Regata estarão à disposição dos concorrentes cuja inscrição for confirmada pessoalmente no secretariado da prova, a partir das 10:00 horas do dia 15/Março/2008.
5. PRÉMIOS
Serão atribuídos prémios aos tripulantes dos barcos classificados como:
· 1/3 dos Classificados de cada Classe (3 barcos).
· Prémios para todos os Participantes da Classe Optimist e L’Equipe.
15 e 16 de MARÇO / 2008..
ANÚNCIO DE REGATA
ORGANIZAÇÃO
A NÁUTICA DESPORTIVA OVARENSE – NADO, anuncia a realização da Prova REGATAS “ABERTURA” do Calendário Regional Norte aberta a embarcações de todas as CLASSES de patilhão móvel incluindo CRUZEIROS, que será disputada nos dias 15 e 16 de Março de 2008 no Campo de Regatas de Ovar.
1. REGRAS
1.1. A Prova será disputada de acordo com:
· As “regras” tal como se encontram definidas nas RRV 2005-2008;
· Em caso de conflito entre o Anúncio de Regata (AR) e as IR, o texto destas prevalecerá;
· Este Anúncio de Regata (AR)
· As Instruções de Regata (IR).
1.2. Publicidade
· Para efeitos de Publicidade, a Prova é classificada de Categoria C de acordo com o Código de Publicidade da ISAF (Apêndice 1); ao abrigo do Regulamento 20.3.1.(d) poderá ser exigida a todos os barcos a colocação de autocolantes fornecidos pela Organização
2. INSCRIÇÕES
Serão (Grátis) para todos os participantes.
A NADO não cobrará taxa de inscrição
Os concorrentes deverão formalizar a sua inscrição preenchendo e enviando o Boletim de Inscrição anexo para o Secretariado da Prova sito em:
Náutica Desportiva Ovarense - NADO
Porto de Recreio do Carregal
3880 – 163 OVAR
e-mail: nado@sapo.pt
fax: 256 592 548
até às 11:00 horas do dia 15 de MARÇO de 2008.
3. PROGRAMA DAS REGATAS
O programa das regatas será o seguinte:
· 15 de Março 11:30 Horas: Advertência para a 1ª regata do dia
· 16 de Março 12:00 Horas: Advertência para a 1ª regata do dia
Está prevista a realização de 4 regatas para a Vela Ligeira e de 2 para os Cruzeiros.
4. INSTRUÇÕES DE REGATA
As Instruções de Regata estarão à disposição dos concorrentes cuja inscrição for confirmada pessoalmente no secretariado da prova, a partir das 10:00 horas do dia 15/Março/2008.
5. PRÉMIOS
Serão atribuídos prémios aos tripulantes dos barcos classificados como:
· 1/3 dos Classificados de cada Classe (3 barcos).
· Prémios para todos os Participantes da Classe Optimist e L’Equipe.
sábado, fevereiro 23, 2008
SOCIOS DA NADO SALVAM "BENFIQUISTA" DE MORRER AFOGADA
É verdade!
Hoje o Adelino Sá e o Jose Luís praticaram uma boa acção.
Ao regressarem de um passeio "a motor" junto à ponte da Varela, já quase de noite, depararam com algo estranho a tentar sobreviver (inicialmente parecia uma pequena trataruga) mas era uma Águia Sapeira, ainda bébé!!!
Foi salva! Passou a chamar-se, contra a vontade da sua progenitora, "NADO" (Nenhuma Aguia Domina Oceanos).
Está no recobro!
Já fizemos uma tentativa para que a RESERVA NATURAL DUNAS S. JACINTO viesse levanta-la.
Atendendo ao adiantado da hora, já não conseguimos contactar aquele organismo.
Até lá ficará à guarda de um sportinguista. O Quim!




Hoje o Adelino Sá e o Jose Luís praticaram uma boa acção.
Ao regressarem de um passeio "a motor" junto à ponte da Varela, já quase de noite, depararam com algo estranho a tentar sobreviver (inicialmente parecia uma pequena trataruga) mas era uma Águia Sapeira, ainda bébé!!!
Foi salva! Passou a chamar-se, contra a vontade da sua progenitora, "NADO" (Nenhuma Aguia Domina Oceanos).
Está no recobro!
Já fizemos uma tentativa para que a RESERVA NATURAL DUNAS S. JACINTO viesse levanta-la.
Atendendo ao adiantado da hora, já não conseguimos contactar aquele organismo.
Até lá ficará à guarda de um sportinguista. O Quim!
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